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Ariano Suassuna

Longa com Ariano Suassuna vira estrela do dia no Cineport.

Quem admira Ariano Suassuna certamente não pode perder o lançamento de O Senhor do Castelo (Brasil, 2007), documentário em longa-metragem de Marcus Vilar com um perfil do escritor. O filme abriu o festival Cine-PE, em Recife, este mês e agora tem exibição fora de concurso no Cineport. Ariano vai estar presente à sessão, que começa às 18 horas. Longa com Ariano Suassuna vira estrela do dia no Cineport.

Quem admira Ariano Suassuna certamente não pode perder o lançamento de O Senhor do Castelo (Brasil, 2007), documentário em longa-metragem de Marcus Vilar com um perfil do escritor. O filme abriu o festival Cine-PE, em Recife, este mês e agora tem exibição fora de concurso no Cineport. Ariano vai estar presente à sessão, que começa às 18 horas.

O filme é um produto de 15 anos de trabalho de Marcus Vilar e do produtor Durval Leal Filho, com a colaboração de Torquato Joel no início do projeto. Foram diversas entrevistas com Ariano Suassuna durante este tempo, resultando num trabalho que o próprio diretor afirma ser “Ariano falando dele mesmo”.

Sem opiniões contra ou a favor, o filme é dominado pelo escritor paraibano, autor de O Auto da Compadecida e A Pedra do Reino, que fala sobre a morte do pai (o ex-governador João Suassuna) num discurso, lembra da infância percorrendo a cidade de Taperoá e lança suas idéias sobre a cultura brasileira em cenas de suas aulas-espetáculo ou nas entrevistas.

Não há grandes novidades no filme, sempre muito reverente à figura de Ariano, que ora demonstra uma compreensível indignação com o excesso de anglicismo na língua portuguesa, ora se mostra intransigente com as manifestações culturais mais modernas, como o rock.

O filme será exibido pela primeira vez ao público de João Pessoa numa versão de 62 minutos, dois a mais que a do Cine-PE, graças à liberação das imagens de Chico Science, finalmente obtidas pela equipe do documentário. Mas a intenção ainda é chegar aos 70 minutos de duração, em uma remontagem nas próximas semanas.

A programação de hoje do Cineport ainda tem o encontro das seções nordestinas da Associação Brasileira de Documentaristas, às 9 da manhã e às 15 horas, sempre no Hotel JR. Às 16 horas, será reapresentado o espetáculo de teatro Intervalo das Águas e Domiciliares, que reúne as poesias de Lúcio Lins e Sérgio de Castro Pinto. Será nos jardins da Usina Cultural Saelpa.

O curta-metragem de Torquato Joel sobre o universo do poeta Augusto dos Anjos, Transubstancial, será exibido às 17h30 na Tenda Andorinha. Às 19h30, é a vez de Nha Fala, de Flora Gomes, encerrando a Mostra África do festival.

E às 21h45 começam os filmes dos cineastas estrangeiros homenageados pelo Cineport. O filme O Herói, do angolano Zezé Gamboa, premiado em Cannes, finalmente chegou (sua exibição no fim de semana passado havia sido substituída).

As exibições da noite terminam com Elas, do português Luís Galvão Teles, filme que também foi substituído por outro do mesmo diretor na semana passada porque não havia chegado.

taperoa.com
JP

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