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Congresso discutirá potencialidades da Palma


Congresso discutirá potencialidades da Palma no Semiárido brasileiro
Congresso discutirá potencialidades da Palma no Semiárido brasileiro

Potencialidades e Inovações para o Desenvolvimento Sustentável é o tema principal do “I Congresso Brasileiro de Palmas e outras Cactáceas”, a ser realizado no período de 26 a 29 de outubro de 2009, em Campina Grande (PB). O evento está sendo organizado pelo Instituto Nacional do Semiárido (INSA) em conjunto com a Federação da Agricultura da Paraíba (FAEPA), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), Associação Brasileira de Palma e outras Cactáceas (ABPCac) e Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal da Paraíba (CCA/UFPB).

O presidente da FAEPA, Mário Borba, afirma que a principal finalidade é divulgar entre produtores, técnicos, cientistas e pesquisadores todas as alternativas de uso da Palma, mostrando sua importância não apenas na alimentação de ruminantes, mas na elaboração de cosméticos e na arte culinária. Segundo ele, este assunto tem despertado a atenção de áreas secas não apenas do Brasil, mas de outros países da América do Sul, a exemplo do Uruguai.

Ainda de acordo com Mário, muitos fatores relacionados à inclusão da Palma na alimentação humana passam pela questão cultural, uma vez que no México, de onde é originária, a maioria dos pratos servidos são feitos à base desta cactácea. “Lá é oferecida palma com ovos, sucos, marmeladas, doces, picles e nos impressiona o fato de, mesmo estando há tanto tempo no Brasil, não aconteça o mesmo aqui” – lamenta.

Borba destaca a palma como uma grande oportunidade para a cadeia produtiva do Semiárido brasileiro. Segundo ele, diversas unidades na Paraíba já aumentaram a produtividade de 80 para 400 toneladas por hectare. “No município de Taperoá (PB), por exemplo, existem propriedades produzindo o fruto, que entra no Brasil como Figo da Índia, a preços elevadíssimos e é preciso valorizar esta alternativa” – conclama Borba.

O ‘Congresso Brasileiro de Palmas e outras Cactáceas’ será realizado em nível nacional a cada dois anos, com a presença de instituições e produtores, para fechar a cadeia produtiva, seguindo exemplo do México.


taperoa.com

Ascom

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