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Projeto “Palmas para o Semi-Árido”

Projeto “Palmas para o Semi-Árido” ensina receitas de como cultivar e comer hortaliça do deserto

O Projeto “Palmas para o Semi-Árido” será implantado durante o mês de setembro nos municípios de Itabaiana, Monteiro, Cubati e Taperoá. Segundo o Sebrae, a idéia é beneficiar 15 famílias diretamente, num total 5.000 pessoas indiretamente, em cada município.

Projeto “Palmas para o Semi-Árido” ensina receitas de como cultivar e comer hortaliça do deserto

O Projeto “Palmas para o Semi-Árido” será implantado durante o mês de setembro nos municípios de Itabaiana, Monteiro, Cubati e Taperoá. Segundo o Sebrae, a idéia é beneficiar 15 famílias diretamente, num total 5.000 pessoas indiretamente, em cada município.

O projeto visa ampliar a renda do pequeno produtor rural e gerar emprego no semi-árido da Paraíba, abrindo um leque de atividades econômicas e novas oportunidades para a região.

O projeto pretende, entre os meses de setembro deste ano e janeiro de 2006, realizar capacitações nas áreas de plantio com visitas nas escolas e associações para ensinar como beneficiar e utilizar a palma.

“Palmas para o Semi-Árido” é um projeto do Sebrae e o Sistema Faepa/Senar, com coordenação de Paulo Suassuna e visa popularizar e estimular o consumo e plantio da palma no semi-árido paraibano. O objetivo final é alcançar dez unidades como um todo, selecionadas em função da localização estratégica dentro da região semi-árida do Estado. Cada núcleo comportando 15 integrantes e um técnico agrícola.

Considerada uma hortaliça do deserto, com a palma podem ser feitos sucos, doces, salada, ensopado etc, são 51 receitas com os mais diversos pratos. Pode ser o prato principal da alimentação humana e animal. Além da fabricação de cosméticos (sabonete e xampu) e remédios.

A proposta principal, além de visar um incremento econômico da região do semi-árido, é poder romper o mito de que a cultura da palma serve única e exclusivamente para a alimentação de animais.

Paulo Suassuna resolveu implementar o projeto a partir de experiências que viu serem desenvolvidas no México. No Brasil ele próprio desenvolveu uma técnica de plantio capaz de aumentar a produtividade do plantio para mais de 400 toneladas por ano, no cultivo tradicional seriam necessários esperar de 4 a 5 anos para começar a colheita com uma produtividade de apenas 40 toneladas ano.

O projeto já está dando certo em Pernambuco e também já foi implantado em fazendas de Taperoá e Sumé, na Paraíba. Em Pernambuco, com a nova técnica, já foi possível colher 468 toneladas em apenas 1 hectare de terra, o suficiente para alimentar 264 carneiros, segundo informações de Suassuna.

Os recursos financeiros para a implantação dos núcleos são viabilizados pelos parceiros, que no caso dessas quatro primeiras unidades são o Sebrae, o Senar-PB e a Faepa. “Estamos pleiteando recursos de outras entidades, como o BNB, a Fundação Banco do Brasil e o Instituto do Semi-árido – INSA, para podermos implantar o projeto em sua totalidade”, lembra Suassuna.

Para implantar e implementar as ações que serão desenvolvidas por um período de 36 meses, é preciso um investimento de R$ 57 mil para cada NTS. O projeto em sua totalidade está orçado em R$ 570 mil para a implantação dos dez núcleos previstos.

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