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Revitalização de rio Taperoá vai custar R$ 300 mil

O governo estadual solicitou verba de R$ 300 mil ao Programa Pró-Água para o início do projeto de revitalização do Rio Taperoá. O governo estadual solicitou verba de R$ 300 mil ao Programa Pró-Água para o início do projeto de revitalização do Rio Taperoá.

O Rio Taperoá possui uma extensão de 152 quilômetros e passa pelas regiões do Cariri, Agreste e Curimataú paraibanos.

A informação foi repassada pelo secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente, Damião Feliciano, que prevê que no início de 2006 a verba seja liberada pelo Banco Mundial para o desenvolvimento de projetos de esgotamento sanitário, adequação da mata ciliar e educação ambiental nos municípios.

O Rio Taperoá passa por problemas de poluição, provocados pelo lixo hospitalar e coliformes fecais provenientes do esgoto dos municípios depositados no afluente, ameaçando o fornecimento de água potável para mais de 40 municípios do Cariri, Agreste e Curimataú.

A situação prejudica mais de um milhão de pessoas de municípios que sofrem com o problema da desertificação (transformação em áreas desertas em decorrência de questões climáticas)

As regiões do Estado mais atingidas pela desertificação são a Bacia de Taperoá, no alto da Paraíba, e os Vales do Rio do Peixe e de Piancó. “A desertificação nestas áreas ocorre em conseqüência de fatores climáticos que, sozinhos, já trariam prejuízos ao meio ambiente, e junto ao mau gerenciamento hídrico, afetam profundamente os ecossistemas locais”, alertou.

Das 74 sedes municipais paraibanas contempladas no Atlas de Obras Prioritárias à Região do Semi-Árido, desenvolvido pela Agência Nacional de Água (ANA), 23, ou seja, 31% apresentam sistema de abastecimento satisfatório.

Sendo que para dez destas sedes dispõe-se de proposta de ampliação do abastecimento. Mais 23 estão na fase de avaliação das alternativas e 10, ou 14% devem adotar medidas definitivas, a exemplo de Serra Branca, Sumé e Monteiro.

Os municípios do Semi-Árido possuem alguns mecanismos desenvolvidos pelo governo federal e Banco Mundial para a alocação de recursos a serem aplicados no combate à desertificação.

Um deles é o Pró-Água Semi-Árido, que existe desde 1998 e termina este ano (2005), mas será substituído pelo Pró-Água Nacional, que vai aplicar com recursos do Banco Mundial US$ 670 milhões em áreas carentes de recursos hídricos em todo o país, até 2010.

O Programa Pró-Água

O Pró-Água Semi-Árido concluiu 678 km de adutoras nos Estados do Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba, Minas Gerais, Ceará e Bahia, levando água para 876.295 pessoas. Estão em execução, no momento, 1.047 kms de adutoras, nestes Estados e mais Sergipe e Alagoas, garantindo o abastecimento de água para 2.515.394 habitantes. Também estão em fase de contratação 947 km de adutoras, que atenderão 1.926.336 habitantes dos Estados de Sergipe, Piauí, Pernambuco, Minas Gerais, Ceará e Bahia.

Fonte: Governo da Paraiba

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