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Cambindas Novas de matriz africana em Taperoá-PB despertam atenção de ativistas culturais

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Jovens e artista iniciam resgate da identidade cultural taperoaense

Jovens do Município de Taperoá fizeram conversa com Ednaldo Levino, conhecido como “Nêgo Nau”, no dia (06/02/2017). O mesmo comanda o grupo centenário Folclórico As Cambindas Novas de Taperoá-PB, manifestação da cultura popular que passa de geração os ensinamentos da dança africana – trajados de rei, rainha, vassalos, dama do passo, dama da boneca, Dona Leopoldina, porta-estandartes, mestre, contramestre e cambindas – tradição originada e mantida pela família Levino.

O Mestre Nau falou sobre a história do Grupo, do seu bisavô João Levino que com João Melquíades formaram as Cambindas no final do século XIX. Na ocasião apresentou trabalhos científicos da Universidade Federal de Campina, produzidos pela Antropóloga e Cientista Social taperoaense, Érica Catarina, que enfatizam a tradição desse grupo nos carnavais de Taperoá e do Brasil.

 Os ativistas culturais questionaram sobre qual o motivo das Cambindas não se apresentarem mais no carnaval da cidade há quase uma década. O Mestre explicou que as Cambindas necessitam de materiais para se apresentarem, porém não têm recursos para arcar com as despesas. O setor público foi acionado diante da demanda do Grupo das Cambindas, diante disso, a Secretaria de Turismo, Cultura, Esporte e Lazer se prontificou em confeccionar todas as vestimentas necessárias para que o Grupo volte a atividade. O cidadão Inácio Ramos, prontificou-se ajudar com uma doação de oito pares de calçados. O restante dos materiais, entretanto, precisará de ações financeiras de suporte do poder público como de outros cidadãos que abracem a causa.

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