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Centro Histórico de Taperoá

Construção sobre o Rio Taperoá, datada de 1926 no governo João Suassuna, que veio a atender a necessidade do grande fluxo de viajantes que transitava a antiga Estrada Real Travessia dos Quatro Caminhos, solucionando em grande parte a interdição das constantes cheias, no inverno, que o rio Taperoá desbocava no Paraíba.
Construída em arcos é local de lazer para os jovens que buscam a área para piqueniques, lual e outros entretenimentos já que ao seu lado encontra-se o Horto Municipal, onde são desenvolvidas práticas desportivas, servindo como ponto de encontro da nossa sociedade. Margeando o vale urbano do Rio Taperoá foi construído o Cais que servia para barrar as freqüentes enchentes que outrora invadira as habitações, isso por serem as primeiras ruas muito próximas ao seu leito.

A SEDE DA PREFEITURA :
Foi na administração do prefeito Abdon de Souza Maciel (1935-1939) que foi projetado e edificado o prédio que hoje se encontra instalada a prefeitura, a intenção inicial era para que o mesmo servisse de hotel, entretanto o prefeito seguinte, Irineu Rangel de Farias (1940-1945) o destinou ao poder executivo. Antes desse período o poder executivo funcionava em prédios alugados tendo ainda se instalado enquanto Paço Municipal junto ao legislativo no sobrado em que funciona o atual Centro de Cultura Municipal.

RUA “CHÃ DA BALA” :
A rua “Chã da Bala”, hoje denominada Manuel de Farias Castro, é a primeira do então povoado Batalhão. Nela situa-se o casario de estilo colonial, banhado pelo rio Taperoá no qual se localiza a Ponte Velha.

O topônimo “Chã da Bala” alude ao tiroteio travado em 1912, em Taperoá, no qual enfrentaram-se as forças legalistas e o bando de João Santa Cruz e Franklin Dantas. Estes, revoltados contra o situacionismo oligárquico da Paraíba, lançaram-se em rebeldia pelo Cariri e Sertão.
Invadiram a vila vindo pela estrada que dá acesso a rua. A batalha foi de tal intensidade que, cessado o fogo, restou uma enorme quantidade de cápsulas de balas no chão, levando a população a batizar aquela histórica rua de “Chã da Bala”.

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