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O melhor do artesanato paraibano

Até o dia 10 de fevereiro a praia de Cabo Branco é palco para o 7º Salão do Artesanato Paraibano. A estrutura com 2.400m2 vai abrigar a produção de 4.200 artesãos de todo o Estado. Peças em madeira, cerâmica, tecelagem, metais, pedras, fibras, fios e barros, além de uma diversificada gastronomia, podem ser apreciadas pelos visitantes. Até o dia 10 de fevereiro a praia de Cabo Branco é palco para o 7º Salão do Artesanato Paraibano. A estrutura com 2.400m2 vai abrigar a produção de 4.200 artesãos de todo o Estado. Peças em madeira, cerâmica, tecelagem, metais, pedras, fibras, fios e barros, além de uma diversificada gastronomia, podem ser apreciadas pelos visitantes.

Organizadores trabalham há dias na estrutura e decoração do Salão, que deve se tornar uma passarela para os diversos tipos de peças produzidas no Estado

As areias da praia de Cabo Branco vão servir, a partir de hoje, para sediar um evento diferente daqueles que geralmente costumam ser realizados à beira-mar. Trata-se do 7º Salão do Artesanato Paraibano, que até o dia 10 de fevereiro vai reunir as tipologias existentes no diversificado artesanato da Paraíba, tais como esculturas de madeira e cerâmica, tecelagem (algodão colorido e tradicional) produtos de decoração e utilitários, brinquedos populares, artigos em palha, sisal, couro e pedras semipreciosas, entre outros, oriundos de todos os municípios da Paraíba.

Para tanto, foi montada uma estrutura bem maior do que a dos anos anteriores. São 2.400m² onde estará abrigada a produção de 4.200 artesãos paraibanos cadastrados no programa A Paraíba em Suas Mãos, executado em parceria com o Sebrae.

Além de incentivar os artistas, o Salão de Artesanato tem como objetivo oferecer opção de visita aos turistas que estão na cidade por conta da alta estação.

Além do aumento do espaço físico, a coordenadora executiva do Programa, Ladjane Barbosa, destacou que este ano o salão contará com ilhas montadas ao longo da grande tenda do evento, onde um artista, juntamente com um arquiteto, terá oportunidade de passar um novo conceito da arte popular paraibana.

Segundo ela, nessas ilhas o visitante poderá observar uma área que o levará a pensar na arte popular como peça de ambientação, a exemplo da Ilha de Maria dos Mares, com a arte feita pela famosa artista plástica e ambientada pelo arquiteto Jorge Santana. Também podem ser encontradas as Ilhas dos Mamulengos, de peças produzidas pelo artesão Júnior Natureza; de Chico Ferreira; da artista Gina Dantas e a ilha ambientada pelo arquiteto Jonas Lourenço, com peças da artista popular Jô Cortez.

A artista plástica Maria dos Mares explicou que a área destinada ao seu trabalho tem uma ambientação que remete aos quatro elementos – ar, água, fogo e terra. O arquiteto Jorge Santana ressaltou que a decoração aérea lembra os 200 anos da vinda da família real para o Brasil.

Há 30 anos, a artista Maria dos Mares trabalha com cerâmica e, segundo revelou, o objetivo de suas peças é levar o público a ter uma nova educação do olhar a partir da arte popular. Tanto assim que seu trabalho explora muitas mulheres. Muitas são "vaqueirinas", que mostram que as mulheres são tão fortes como os homens e que não é somente o sexo masculino que pode ser vaqueiro.

Tipologias diferentes podem ser encontradas

No espaço da tenda de 2.400 metros quadrados, vários estandes estão expondo outros tipos de arte, que vão desde a arte indígena das regiões de Baía da Traição, Marcação e Rio Tinto, até as rendas renascença das cidades de Monteiro, São Sebastião de Umbuzeiro, São João do Tigre, Camalaú e Zabelê que tanto sucesso fazem de norte a sul do País.

A arte sacra de Marcus Vinicius também pode ser encontrada no estande destinado à produção de peças confeccionadas com pedras. Há 12 anos, ele descobriu sua veia artística, sempre com trabalhos de escultura, mas foi na arte sacra que conseguiu revelar sua verdadeira arte e conquistou mais incentivo para produção. Seus trabalhos hoje podem ser encontrados de norte a sul do Brasil, devido sua participação em eventos que sempre reúnem santeiros.

Outros destaques expostos são peças de flandes, fibras, fios, madeiras e semente, além da gastronomia que terá presença através dos doces, cachaça, licores caseiros, rapadura, além de produtos originários do leite de cabra como licores e queijos.

O tema escolhido para esta edição foi Barcos, cujo objetivo é mostrar a habilidade de muitos dos artesãos paraibanos que produzem esse tipo de artesania, que remonta às praias, aos trabalhadores pescadores e ao verão paraibano. Assim, o visitante poderá observar imagens de barcos espalhadas em toda a área do evento, desde o chão até o teto. Logo na entrada um barco e um ambiente de praia convida as pessoas a conhecerem os diversos ambientes do salão.

O 7º Salão do Artesanato Paraibano tem como imagem de campanha um barco criado pelo artesão Jehan Márcio Sousa d´Oliveira, que vai constar nas peças publicitárias como outdoor, anúncios, camisetas e convites.

taperoa.com
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